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educação para a conservação e cidadania
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Escola da Amazônia
A Escola da Amazônia considera que o maior problema ambiental na Amazônia não é o desmatamento, a extração ilegal de madeira ou a abertura de estradas, mas sim a desinformação e a insensibilidade da sociedade em relação a esses problemas. Em outras palavras, a crise ambiental na Amazônia é, em última análise, uma crise da educação.

Pesquisa-Intervenção-Avaliação
A abordagem da Escola da Amazônia está baseada no trinômio "pesquisa-intervenção-avaliação". A pesquisa visa entender como conhecimento e atitudes determinam a maneira como as pessoas se relacionam com o ambiente amazônico. As intervenções de educação e comunicação levam em conta os resultados da pesquisa e têm como objetivo aumentar o conhecimento e mudar as atitudes de modo a melhorar tal relação. Por fim, as avaliações servem para determinar o impacto das intervenções e indicar maneiras de melhorar a sua eficiência.

Local e Global
O projeto também se destaca por atuar em duas frentes distintas - a local e a global - e pela ênfase na integração entre esses dois mundos. As principais atividades locais são as oficinas "Um Dia na Floresta" e "Práticas Alternativas", para crianças e jovens de Alta Floresta, respectivamente. Os "Workshops de Desenvolvimento Socioeconômico e Conservação da Biodiversidade" são oferecidos para aqueles que vivem longe da Amazônia. Finalmente, o programa "Escolas Irmãs" integra as frentes local e global por meio da cooperação entre escolas públicas de Alta Floresta e colégios particulares dos grandes centros urbanos, com benefícios acadêmicos para os dois lados e benefícios materiais para as escolas locais, já que parte da renda gerada pela participação dos colégios nos workshops é usada para subsidiar as atividades locais. Além disso, o colégio visitante é incentivado a doar livros e outros materiais escolares para a biblioteca da escola local.

Modelo Sustentável de Educação para a Conservação
Desse modo, a Escola da Amazônia visa desenvolver um modelo de educação ambiental para a fronteira de desmatamento da Amazônia que seja sustentável dos pontos de vista institucional e financeiro. Por essa abordagem, em 2007 o projeto foi premiado no Whitley Awards. Esse prêmio é considerado o "Oscar Verde" e é entregue pela Princesa Anne da Inglaterra em uma cerimônia na Royal Geographic Society em Londres.

Saiba mais acessando:

Site da Escola da Amazônia: tudo sobre o projeto.
Blog Amazonarium: blog da Escola da Amazônia e assuntos afins.
Escola da Amazônia na Wikipedia: página sobre o projeto.
Whitley Award 2007: página sobre o prêmio

Escola da Amazônia

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